O legado arquitetónico da Idade Média é uma das joias do património catalão. A Rota dos Castelos de Frontera inclui vários itinerários para descobrir, com uma abordagem didática e experiencial, os castelos e fortificações da Catalunha Nova e as paisagens que os envolvem.
O Plano Estratégico de Turismo da Catalunha (2013-2016) tinha por objetivo melhorar a gestão integral do turismo e alinhar o seu desenvolvimento com as potencialidades e planeamento dos territórios, fomentando a competitividade sustentável entre eles.
A Rota dos Castelos de Frontera concebida pela Magmacultura enquadra-se neste plano pioneiro. Por isso, o projeto devia ter em conta as características e singularidades do âmbito de desenvolvimento atribuído, isto é, a zona do interior da Catalunha, as suas potencialidades e recursos, para contribuir para a revalorização do seu património histórico e arquitetónico, e a rentabilidade económica e social do território através do desenvolvimento do turismo cultural.
A Magmacultura, como empresa especializada em turismo cultural e encarregada da conceção da Rota, tomou como base da sua ação os objetivos seguintes:
O nosso projeto começou com um trabalho de documentação e investigação para aprofundar o conhecimento dos bens patrimoniais que deviam fazer parte da rota, tanto do ponto de vista histórico como arquitetónico, para determinar os pontos-âncora que permitissem ligar o património ao território.
Com todas estas informações, passámos a:
A singularidade dos bens patrimoniais da Rota e a sua importância para a evolução histórica da Catalunha fazem com que seja considerada como uma opção complementar e enriquecedora para o turismo cultural.
Além disso, o trabalho de interpretação e divulgação da Rota dos Castelos de Frontera contribui para a recuperação de grande parte do património histórico e geográfico da Catalunha.

